Fala de Maria Rita Kehl: “Depressão, temporalidade e sintoma social”

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Livro de Kübler-Ross: “Sobre a Morte e o Morrer”

Disponibilizo para download, neste post, o famoso livro de Elisabeth Kübler-Ross. Abaixo, destaco as citações presentes na contracapa e na orelha do livro, respectivamente:

“Neste livro, transcrevo simplesmente as experiências de meus pacientes que me comunicaram suas agonias, expectativas e frustrações. É de esperar que outros se encoragem a não se afastar dos doentes ‘condenados’, mas a se aproximar mais deles para melhor ajudá-los em seus últimos momentos.”

“Aqueles que tiveram a força e o amor para ficar ao lado de um paciente moribundo, com o silêncio que vai além das palavras saberão que tal momento não é assustador nem doloroso, mas um cessar em paz do funcionamento do corpo. Observar a morte em paz de um ser humano faz-nos lembrar uma estrela candente. É uma entre milhões de luzes do céu imenso, que cintila ainda por um breve momento para desaparecer para sempre na noite sem fim. Ser terapeuta de um paciente que agoniza é conscientizar-se da singularidade de cada indivíduo neste oceano imenso da humanidade. É uma tomada de consciência de nossa finitude, de nosso limitado período de vida. Poucos dentre nós vivem além dos setenta anos; ainda assim, nesse curto espaço de tempo, muitos dentre nós criam e vivem uma biografia única, e nós mesmos tecemos a trama da história humana.”

Download: KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes

Artigo sobre o SUS e o desafio da humanização

Resumo: Este texto examina as relações entre os princípios do SUS e a perspectiva de transformações das práticas em saúde. O texto reconhece que, apesar da heterogeneidade do movimento sanitário, a questão da transformação das práticas de saúde tem se tornado mais importante para a sustentabilidade e legitimidade do SUS. Partindo do exame dos princípios da universalidade e equidade, examinados ao lado do princípio da integralidade, o autor defende que a categoria do sofrimento, manifesto ou não, deve ser incluída nas políticas que se voltem para a construção de práticas mais humanizadas no SUS.

MATTOS, Ruben Araujo de. Princípios do SUS e a humanização das práticas de saúde

Matéria da SuperInteressante: Rosenhan e a loucura

Neste instrutivo artigo da SuperInteressante, discute-se as tênues fronteiras entre a normalidade e a insanidade mental, a partir da famosa experiência de David Rosenhan. É uma boa introdução para a questão de como a Psiquiatria lidou com a loucura ao longo do tempo e também de como a loucura é até hoje envolvida por estigmas (assunto contemplado na Unidade IV de nosso programa).